terça-feira, 25 de novembro de 2008
esta vem a 'destempo' mas achei importante colocá-la aqui
investiguei-te. apenas para descobrir o óbvio, que a marca que deixas tem a forma de um coração. como poderia ser de modo diferente, se a inquietude se apodera do meu pelo simples vislumbre da tua presença?
domingo, 23 de novembro de 2008
"(...) espero que tenhas compreendido o que disse sobre esse assunto dos fins de semana... Bjs"
és capaz de beijar alguém, sem que tal signifique alguma coisa?
és capaz de dar um beijo, sem esperar nada em troca?
és capaz de aceitar uma carícia, sem sentir que estás a entregar um pouco de ti?
espero que não... pois é nisso que eu me apoio agora, nesta solidão de ti, enquanto tento compreender porque escolhes estar só de mim.
não sei se te alcançará, onde quer que estejas agora, esta forma que encontro de me agarrar ao que sinto hoje por ti (e por tudo aquilo que de ti desconheço...).
amanhã o sol nascerá de novo, eu sei, mas não queria perder esta lua. antes enchê-la de novo!
és capaz de dar um beijo, sem esperar nada em troca?
és capaz de aceitar uma carícia, sem sentir que estás a entregar um pouco de ti?
espero que não... pois é nisso que eu me apoio agora, nesta solidão de ti, enquanto tento compreender porque escolhes estar só de mim.
não sei se te alcançará, onde quer que estejas agora, esta forma que encontro de me agarrar ao que sinto hoje por ti (e por tudo aquilo que de ti desconheço...).
amanhã o sol nascerá de novo, eu sei, mas não queria perder esta lua. antes enchê-la de novo!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
foi como se te tornasses num braço meu...
... numa perna, ou em todo o meu ser. e desse modo tomaste posse daquilo que trazia dentro do peito, e que agora te entrego para que faças desse pedaço de carne aquilo que bem entenderes. a mim já não me serve (não neste preciso momento), pois longe de ti aquele músculo parece não emitir qualquer som, sendo o seu eco absorvido pela infinita importância que adquiriste, talvez sem mesmo o querer, talvez sem mesmo o merecer... a verdade é que aquela coisa perdeu o poder de alimentar e fazer mexer qualquer membro do meu corpo (a função intermédia do cérebro neste processo foi esquecida propositadamente para disfarçar a inoperância inconfessável de mais um embaraço para a minha função vital: ter-te!). vou-me enfiar em terra até à cintura e esperar criar raízes para não tombar, e pode ser que então ninguém note (espero que tu não notes) que já te pertenço, inapelavelmente... sem mesmo o quereres. ou queres?
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